Informe nacional
Nove capítulos reuniriam o panorama do ano, os grandes eventos, a atuação das áreas da SEDEC, a federação, a política pública e o diálogo com o Marco de Sendai.
Um relatório anual para contar o que aconteceu no Brasil, quem foi atingido e como o poder público agiu. A proposta reúne a experiência dos municípios, dos estados e da SEDEC em uma publicação de referência.
Escolha um ano para ler o total nacional e abrir o mesmo recorte no atlas.
Fonte: S2iD / Atlas Digital de Desastres · malha IBGE 2022
Um mesmo fenômeno pode gerar registros em vários municípios. Ausência de registro não comprova ausência de desastre.
| Ano | registros municipais | municípios com registro |
|---|---|---|
| 1991 | 403 | 378 |
| 1992 | 590 | 544 |
| 1993 | 1.324 | 1.300 |
| 1994 | 231 | 222 |
| 1995 | 818 | 766 |
| 1996 | 490 | 469 |
| 1997 | 748 | 705 |
| 1998 | 1.178 | 1.095 |
| 1999 | 741 | 735 |
| 2000 | 595 | 549 |
| 2001 | 1.824 | 1.679 |
| 2002 | 1.816 | 1.587 |
| 2003 | 1.606 | 1.465 |
| 2004 | 2.424 | 1.935 |
| 2005 | 2.314 | 2.095 |
| 2006 | 1.580 | 1.366 |
| 2007 | 1.831 | 1.642 |
| 2008 | 1.921 | 1.616 |
| 2009 | 3.005 | 2.246 |
| 2010 | 2.086 | 1.714 |
| 2011 | 1.740 | 1.298 |
| 2012 | 2.325 | 2.122 |
| 2013 | 2.911 | 2.453 |
| 2014 | 2.505 | 2.179 |
| 2015 | 2.113 | 1.707 |
| 2016 | 2.352 | 1.963 |
| 2017 | 3.089 | 2.267 |
| 2018 | 2.560 | 1.807 |
| 2019 | 2.538 | 1.785 |
| 2020 | 3.880 | 2.482 |
| 2021 | 3.556 | 2.218 |
| 2022 | 5.021 | 2.776 |
| 2023 | 5.115 | 2.803 |
| 2024 | 4.699 | 2.676 |
| 2025 | 4.262 | 2.551 |
A resposta costuma estar espalhada. Um município registra o dano no S2iD. Um centro de monitoramento guarda o horário do alerta. Uma equipe municipal sabe quando a ponte voltou a funcionar. O relatório colocaria essas evidências na mesma linha do tempo.
Nove capítulos reuniriam o panorama do ano, os grandes eventos, a atuação das áreas da SEDEC, a federação, a política pública e o diálogo com o Marco de Sendai.
Uma ficha por UF mostraria os municípios atingidos, a capacidade local e o andamento das ações. A defesa civil estadual ajudaria a interpretar o que mudou.
Uma leitura de quatro anos examinaria mudanças na exposição, nas perdas e na capacidade de resposta. Tabelas abertas e notas metodológicas acompanhariam a série.
Selecione uma fase para acompanhar a pergunta editorial, a evidência necessária e as equipes que contribuiriam. As responsabilidades de redação são propostas para pactuação.
O S2iD organiza registros e processos. O Atlas Digital consolida a série histórica. A edição anual acrescentaria a interpretação de quem monitorou, atendeu e reconstruiu.
Registra o desastre, os danos e as necessidades. Explica o que ficou sem levantamento e revisa as informações quando surgem evidências.
Consolidam a leitura regional, verificam sobreposições, descrevem alerta e apoio prestado e discutem a ficha com os municípios.
As unidades respondem pelos capítulos. DPM e área de dados coordenariam a redação, o controle de versões e a conciliação. Planejamento e orçamento qualificariam os valores financeiros.
Receberia a publicação como insumo consultivo para acompanhar o Plano Nacional, discutir lacunas territoriais e propor prioridades. O Conselho Editorial da CND, a instituir, cuidaria da pauta, revisão e aprovação editorial.
Na base consolidada do Atlas, 4.262 registros municipais correspondem a 2025. Destes, 2.253 estão classificados como reconhecidos. O reconhecimento é um atributo do registro no recorte. Somar os dois números contaria parte das mesmas linhas duas vezes.
Cada edição guardaria o ano de referência, a data de fechamento, a versão, a regra de contagem e as retificações. O CONPDEC poderia então perguntar a uma UF por que um conjunto de ocorrências aparece no Atlas enquanto os registros de alerta ou de assistência daquele território permanecem incompletos.
S2iD / Atlas · 9c3f4404acfcO Atlas reúne 738 registros municipais em 252 dos 295 municípios catarinenses. Chuvas intensas foi a tipologia mais frequente no recorte. Para completar o caderno, a equipe estadual acrescentaria o encadeamento dos avisos, das operações e das entregas.
Examinar Santa Catarina no atlas ↗A edição nº 0, de agosto de 2026, demonstrou o método com dados de 1991 a 2025. A proposta prevê um ensaio interno com o ano-base 2025 e três cadernos estaduais antes da estreia pública.
Consolidar os registros do ano-base, congelar uma versão e documentar pendências e revisões.
Cada unidade redigiria seu capítulo. Estados e municípios ajudariam a verificar cobertura e contexto.
Revisar divergências, explicitar limites e submeter a edição ao Conselho Editorial proposto.
Primeira edição pública prevista para 13 de outubro de 2027, sobre 2026. O primeiro Pleno está proposto para 2030.
A China já publica um balanço anual de desastres naturais. No panorama de 2025, divulgado em janeiro de 2026, o Ministério de Gestão de Emergências e o escritório da comissão nacional reuniram análises de vários órgãos e distinguiram impactos humanos, econômicos e territoriais.
Consultar o balanço chinês de 2025 ↗Cada delegação escolheria um episódio de inundação e traria uma ficha pública. A oficina compararia período, unidade territorial, pessoas afetadas, alertas e etapas da recuperação. O primeiro produto seria um glossário bilíngue e duas linhas do tempo anotadas.
Proposta para discussão. Intercâmbio e participação institucional dependem de pactuação.
Apreciar a proposta, instituir o Conselho Editorial, designar responsáveis por função e pactuar o calendário com as unidades e as defesas civis estaduais. A ficha detalha as entregas e as decisões que cabem a cada parte.
Recorte do Atlas 1991–2025, versão 9c3f4404acfc. São registros municipais, sujeitos a revisões e subnotificação. Ausência de registro não comprova ausência de desastre. Perdas econômicas com bases temporais diferentes exigem conciliação.
Atlas Digital de Desastres · malha IBGE 2022. Um fenômeno que atinge vários municípios pode gerar vários registros.